Capivari de Baixo confirmou o primeiro caso autóctone de dengue de 2026, ou seja, uma infecção adquirida dentro do próprio município. A confirmação levou a Vigilância Epidemiológica a intensificar o acompanhamento da área relacionada ao caso e as ações de orientação e eliminação de possíveis criadouros do Aedes aegypti.
Até 10 de agosto, o município contabilizava 63 notificações da doença. Desse total, 60 foram descartadas, dois casos permaneciam em investigação e não havia registros de dengue importada. O boletim também apontava 39 focos do mosquito, sendo 16 no Centro e 12 no bairro Santo André. Três de Maio tinha cinco focos, Caçador três, Santa Lúcia dois e Vila Flor um.
Com a confirmação da transmissão local, as equipes de saúde reforçam a necessidade de eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas-d’água fechadas e realizar a limpeza de calhas e ralos. O Aedes aegypti também é responsável pela transmissão de chikungunya e zika. Segundo a Vigilância em Saúde, o combate aos criadouros depende da participação dos moradores.
A Secretaria de Saúde orienta que pessoas com sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas e manchas vermelhas procurem uma unidade de saúde para avaliação. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos ou dificuldade para respirar são considerados sinais de alerta e exigem atendimento médico de urgência.










