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Defesa do prefeito Joares Ponticelli divulga nota à imprensa; confira

O documento afirma que o gestor municipal ficou surpreso ao saber os crimes que lhe estão sendo imputados
infosul

14 de fevereiro de 2023

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A defesa do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, preso preventivamente na manhã desta quinta-feira, dia 14 de fevereiro, durante a terceira fase da Operação Mensageiro, emitiu há pouco uma nota à imprensa.

No texto, o escritório contratado afirma que teve conhecimento dos autos do qual o chefe do Executivo tubaronense é investigado, mas que não poderá divulgar em razão do sigilo imposto pela Justiça.

Ainda segundo o documento, Ponticelli nega, veementemente, a prática dos fatos que lhe foram imputados. Inclusive, teria se colocado à disposição da Justica para colaborar com o que for necessário.

Leia a íntegra da nota:

A defesa de Joares Carlos Ponticelli, Prefeito Municipal de Tubarão, informa que nesta tarde teve acesso aos autos da investigação da denominada Operação Mensageiro deflagrada pelo GAECO, na qual ele é investigado, de modo que, por estar em sigilo, não poderá publicizá-los.

De todo modo, o Prefeito Joares, com o direito às garantias da presunção de inocência e do contraditório asseguradas pela Constituição Federal de 1988 nega, veementemente, a prática dos fatos que lhe são imputados, recebendo-os com surpresa e ficando à disposição da Justiça para colaborar com seu adequado esclarecimento, até porque nunca foi intimado ou inquirido acerca deles.

Por fim, informa que se encontra cumprindo, com respeito e acatamento, todas as medidas impostas e que se fizerem necessárias para apuração de sua escorreita conduta como chefe do Poder Executivo Municipal.

Florianópolis, 14 de fevereiro de 2023.

MACEDO MACHADO & SCHARF NETO  – ADVOGADOS ASSOCIADOS OAB/SC 982/04

Administração Municipal

Com a ausência do prefeito e vice, o Poder Executivo tubaronense, portanto, passou a ser liderado interinamente pelo presidente da Câmara de Vereadores, Gelson Bento, que é o sucessor natural do cargo.

Desta forma, a Mesa Diretora da Câmara também sofreu mudanças. Pela ordem, Jairo Cascaes passaria a presidir a Casa, porém, como atualmente ele integra o secretariado do Executivo – e permanecerá desta forma – Denis Matiola passou a ser o responsável pelas decisões do Legislativo.

Gelson deve permanecer à frente da Prefeitura de Tubarão até que, ao menos um dos titulares – prefeito ou vice, seja liberado pela Justiça para retornar ao posto. Caso isso não aconteça, ele exercerá a função até o final deste ano de 2023, passando o exercício para Jairo em 2024, quando este deve assumir a presidência do Legislativo, conforme eleição realizada no início da legislatura.

Em tempo, a função não compete à pessoa, mas sim ao cargo. Pela linha sucessória, o correto é que o vice-prefeito assuma a Administração na ausência do prefeito, enquanto na ausência dos dois, o responsável passa a ser o presidente da Câmara de Vereadores.

Relembre o que aconteceu

Na manhã desta terça-feira, dia 14, Joares Ponticelli e Caio Tokarski foram presos preventivamente pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e o Grupo Anti-Corrupção do Ministério Público (Geac), na terceira fase da Operação Mensageiro.

Os agentes de segurança estiveram nas residências dos chefes do Executivo municipal por volta das 6h30. Em seguida, os gestores foram conduzidos até a Prefeitura, onde acompanharam centenas de documentos e computadores serem apreendidos.

Joares Ponticelli é o terceiro prefeito da Amurel e o sétimo de Santa Catarina detido na Operação Mensageiro. Além dele, também já haviam sido detidos o prefeito de Pescaria Brava, Deyvison Souza e o prefeito de Capivari de Baixo, Vicente Corrêa Costa.

O ex-secretário de Gestão e Fazenda de Capivari de Baixo, Glauco Gazola Zanella e o ex-gerente de Gestão Municipal de Tubarão, Darlan Mendes da Silva, também tiveram prisões preventivas decretadas anteriormente.

Operação Mensageiro apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina. A investigação ainda corre em segredo de justiça.

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A defesa do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, preso preventivamente na manhã desta quinta-feira, dia 14 de fevereiro, durante a terceira fase da Operação Mensageiro, emitiu há pouco uma nota à imprensa.

No texto, o escritório contratado afirma que teve conhecimento dos autos do qual o chefe do Executivo tubaronense é investigado, mas que não poderá divulgar em razão do sigilo imposto pela Justiça.

Ainda segundo o documento, Ponticelli nega, veementemente, a prática dos fatos que lhe foram imputados. Inclusive, teria se colocado à disposição da Justica para colaborar com o que for necessário.

Leia a íntegra da nota:

A defesa de Joares Carlos Ponticelli, Prefeito Municipal de Tubarão, informa que nesta tarde teve acesso aos autos da investigação da denominada Operação Mensageiro deflagrada pelo GAECO, na qual ele é investigado, de modo que, por estar em sigilo, não poderá publicizá-los.

De todo modo, o Prefeito Joares, com o direito às garantias da presunção de inocência e do contraditório asseguradas pela Constituição Federal de 1988 nega, veementemente, a prática dos fatos que lhe são imputados, recebendo-os com surpresa e ficando à disposição da Justiça para colaborar com seu adequado esclarecimento, até porque nunca foi intimado ou inquirido acerca deles.

Por fim, informa que se encontra cumprindo, com respeito e acatamento, todas as medidas impostas e que se fizerem necessárias para apuração de sua escorreita conduta como chefe do Poder Executivo Municipal.

Florianópolis, 14 de fevereiro de 2023.

MACEDO MACHADO & SCHARF NETO  – ADVOGADOS ASSOCIADOS OAB/SC 982/04

Administração Municipal

Com a ausência do prefeito e vice, o Poder Executivo tubaronense, portanto, passou a ser liderado interinamente pelo presidente da Câmara de Vereadores, Gelson Bento, que é o sucessor natural do cargo.

Desta forma, a Mesa Diretora da Câmara também sofreu mudanças. Pela ordem, Jairo Cascaes passaria a presidir a Casa, porém, como atualmente ele integra o secretariado do Executivo – e permanecerá desta forma – Denis Matiola passou a ser o responsável pelas decisões do Legislativo.

Gelson deve permanecer à frente da Prefeitura de Tubarão até que, ao menos um dos titulares – prefeito ou vice, seja liberado pela Justiça para retornar ao posto. Caso isso não aconteça, ele exercerá a função até o final deste ano de 2023, passando o exercício para Jairo em 2024, quando este deve assumir a presidência do Legislativo, conforme eleição realizada no início da legislatura.

Em tempo, a função não compete à pessoa, mas sim ao cargo. Pela linha sucessória, o correto é que o vice-prefeito assuma a Administração na ausência do prefeito, enquanto na ausência dos dois, o responsável passa a ser o presidente da Câmara de Vereadores.

Relembre o que aconteceu

Na manhã desta terça-feira, dia 14, Joares Ponticelli e Caio Tokarski foram presos preventivamente pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e o Grupo Anti-Corrupção do Ministério Público (Geac), na terceira fase da Operação Mensageiro.

Os agentes de segurança estiveram nas residências dos chefes do Executivo municipal por volta das 6h30. Em seguida, os gestores foram conduzidos até a Prefeitura, onde acompanharam centenas de documentos e computadores serem apreendidos.

Joares Ponticelli é o terceiro prefeito da Amurel e o sétimo de Santa Catarina detido na Operação Mensageiro. Além dele, também já haviam sido detidos o prefeito de Pescaria Brava, Deyvison Souza e o prefeito de Capivari de Baixo, Vicente Corrêa Costa.

O ex-secretário de Gestão e Fazenda de Capivari de Baixo, Glauco Gazola Zanella e o ex-gerente de Gestão Municipal de Tubarão, Darlan Mendes da Silva, também tiveram prisões preventivas decretadas anteriormente.

Operação Mensageiro apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina. A investigação ainda corre em segredo de justiça.

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