A lagunense Marlene Soccas, de 92 anos, foi oficializada como candidata ao Senado pela Unidade Popular (UP) em Santa Catarina. Residente em Criciúma, ela é cirurgiã-dentista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1955 e também graduada em História pela Unesc, curso concluído em 2010.
Ao longo de sua trajetória, Marlene participou da criação do Centro de Defesa dos Direitos Humanos e do Comitê Brasileiro pela Anistia, na subseção de Criciúma, onde exerceu a função de secretária. Também integrou movimentos políticos de esquerda durante o período da ditadura militar, participando de organizações como a Ação Popular (AP), a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e a Rede Democrática (REDE).
Em 1980, esteve entre os signatários da ata de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), em São Paulo. Na eleição deste ano, disputará uma das vagas ao Senado pela Unidade Popular, que terá Laís Chaud como candidata ao governo de Santa Catarina, Nathália Melo na vice-governadoria e Ana Lúcia da Silveira como a outra candidata da legenda ao Senado.








