Na última sexta-feira, dia 14 de abril, o prefeito e vice-prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli e Caio Tokarski, respectivamente, completaram dois meses presos preventivamente.
Eles são investigados na Operação Mensageiro, que apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo.
Nesse período, Joares teve dois pedidos de liberdade negado pela Justiça. Agora, aguarda julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Caio, por sua vez, foi transferido do presídio de Florianópolis para o de Joinville. A defesa chegou a tentar transferir o político para uma Sala de Estado Maior, em Tubarão, mas após uma reviravolta, teve a solicitação negada. Ele também aguarda um pedido de liberdade ser julgado.
Desde que foram presos, a cidade de Tubarão tem sido gerida por Gelson Bento, que à época atuava como presidente da Câmara de Vereadores e é o terceiro na linha sucessória do cargo do Poder Executivo.
No secretariado, poucas mudanças foram efetivadas. A primeira delas foi a exoneração de Douglas Antunes, que era responsável pela Secretaria de Serviços Públicos. Ninguém foi nomeado para a função até o momento. Outra foi a dispensa de Djalma Alves, da Coordenadoria de Defesa Civil, que foi substituído por Diego Goulart.











