O Atlético Tubarão contestou a cobrança de R$ 21,1 milhões feita pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU) por uma suposta ocupação irregular de um terreno em frente ao Estádio Domingos Silveira González.
Segundo o clube, a exigência se refere ao período entre agosto de 2025 e 2026 e foi apresentada sem uma decisão definitiva sobre os recursos protocolados contra uma autuação anterior.
Na manifestação, a entidade questiona a ausência de uma nova vistoria e considera o valor desproporcional, estimando que seja cerca de 20 vezes superior ao preço de mercado do terreno.
O clube também afirma que a área era utilizada para atividades comunitárias, sem exploração econômica, e que realizava a limpeza e a manutenção do espaço, antes abandonado, para permitir o uso da população em atividades esportivas e de lazer.
Outro ponto levantado pelo Atlético Tubarão é a controvérsia jurídica sobre a titularidade do terreno, que envolveria a União e o Município de Tubarão. De acordo com a nota, os departamentos jurídicos estão adotando medidas para tentar cancelar a cobrança e regularizar a situação da área.
O comunicado também informa que, segundo decisão do diretor do Tubarão SAF, Juliano Mendes, a equipe deixou de participar da Copa Santa Catarina em razão da falta de regularização. O clube considera a solução da questão necessária para viabilizar investimentos e buscar objetivos esportivos, como a disputa da Série A do Campeonato Catarinense e da Série D do Campeonato Brasileiro.
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