Nesta terça-feira, dia 14 de março, completa um mês das prisões preventivas do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli (PP), e do vice-prefeito, Caio Tokarski (União Brasil). Eles foram detidos na terceira fase da Operação Mensageiro, que apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo.
Desde então, a Cidade Azul tem sido administrada por Gelson Bento, que atuava como presidente da Câmara de Vereadores e é o terceiro na linha sucessória do cargo do Poder Executivo.
A equipe de diretores e secretários montada por Joares e Caio permanece mantida pelo prefeito interino, com exceção de Douglas Antunes, exonerado da Secretaria de Serviços Públicos no último dia 8, após ter seu nome envolvido em uma outra investigação de suposta fraude em licitação no município de Presidente Prudente, onde sua empresa teria prestado serviços.
O processo contra os gestores de Tubarão segue em segredo de Justiça. Somente o magistrado e as pessoas autorizadas por ele têm conhecimento das acusações. Ponticelli cumpre o mandado no Presídio Regional de Criciúma, enquanto Tokarski fica em Itajaí. Os dois estão em celas privativas e com acesso à televisão, cama e ventilador.
A defesa de ambos mantém silêncio quanto aos passos que serão dados na tentativa de convencer a Justiça a determinar a liberdade dos acusados.










