Neste domingo, dia 14 de maio, feriado de Dia das Mães, Joares Ponticelli (PP) e Caio Tokarski (UB) completam três meses presos preventivamente no âmbito da Operação Mensageiro, que apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo.
De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o prefeito e o vice-prefeito de Tubarão seriam “os mentores do esquema criminoso” na cidade, além de receberem “mesada” de R$ 30 mil e “bônus esporádicos” do Grupo Serrana. Os dois viraram réus em 27 abril.
Até o momento, todos os pedidos de liberdade protocolados pelas defesas dos presos foram negados pela Justiça. Dois processos de impeachment contra os gestores também já foram apresentados na Câmara Municipal. Ambos foram rejeitados.
Porém, na última segunda-feira, dia 8, os legisladores da Cidade Azul decidiram dar início à abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), para investigar os administradores. Somente o vereador suplente Dorli Fernandes Rufino, popularmente chamado de Licão, se absteve do voto.
Outro requerimento aprovado pelos parlamentares diz respeito ao depósito em juízo dos salários de Joares e Caio. Esse, ainda aguarda parecer do prefeito interino Gelson Bento.











