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Rio Tubarão: barreira física para conter avanço de água salgada é descartada

infosul

7 de maio de 2020

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Foto: reprodução

Com os dados preliminares e o acompanhamento diário do comportamento da maré e acúmulo de “sólidos totais dissolvidos” nas águas do Rio Tubarão, ainda não é possível identificar a causa do aumento substancial dos STDs. Mesmo assim, representantes da Tubarão Saneamento, Prefeitura de Tubarão e Agência Reguladora, discutiram alternativas de medidas a serem avaliadas em curto, médio e longo prazo, para enfrentar a situação.

Três medidas foram discutidas e serão incorporadas ao decreto municipal de emergência. São elas: suspensão de extração de material de qualquer natureza do leito do rio (areia, seixo, etc) por 30 dias; regularização do fundo do rio, na região da construção da passarela de concreto; contratação pela concessionária de estudo por ecobatimetria com ADCP, perfilador de corrente acústica por efeito doppler, a fim de identificar o fluxo preferencial da água do rio, para servir de base a outras ações.

A construção de uma barreira física no leito do rio, que chegou a ser aventada, por enquanto foi descartada, pelo alto custo, complexidade de construção e indefinição da efetividade. Essa e outras medidas podem ainda vir a ser tomadas, quando houver mais subsídios técnicos.

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Com os dados preliminares e o acompanhamento diário do comportamento da maré e acúmulo de “sólidos totais dissolvidos” nas águas do Rio Tubarão, ainda não é possível identificar a causa do aumento substancial dos STDs. Mesmo assim, representantes da Tubarão Saneamento, Prefeitura de Tubarão e Agência Reguladora, discutiram alternativas de medidas a serem avaliadas em curto, médio e longo prazo, para enfrentar a situação.

Três medidas foram discutidas e serão incorporadas ao decreto municipal de emergência. São elas: suspensão de extração de material de qualquer natureza do leito do rio (areia, seixo, etc) por 30 dias; regularização do fundo do rio, na região da construção da passarela de concreto; contratação pela concessionária de estudo por ecobatimetria com ADCP, perfilador de corrente acústica por efeito doppler, a fim de identificar o fluxo preferencial da água do rio, para servir de base a outras ações.

A construção de uma barreira física no leito do rio, que chegou a ser aventada, por enquanto foi descartada, pelo alto custo, complexidade de construção e indefinição da efetividade. Essa e outras medidas podem ainda vir a ser tomadas, quando houver mais subsídios técnicos.

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