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Preso desde dezembro, Justiça nega pedido de liberdade feito pelo ex-prefeito de Pescaria Brava

O político renunciou ao mandato no dia 11 de julho. Ele foi o primeiro a se tornar réu nas investigações.
infosul

28 de julho de 2023

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Foto: reprodução

O ex-prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn Souza, teve mais um pedido de revogação de prisão negado pela Justiça.

Preso desde a primeira fase da Operação Mensageiro, deflagrada no dia 6 de dezembro, o político renunciou ao mandato para o qual foi eleito no dia 11 deste mês.

Réu desde 13 de abril, ele segue recluso no Presídio Santa Augusta, em Criciúma.

A DENÚNCIA

Segundo a denúncia do MPSC, entre agosto e setembro de 2016, antes das eleições municipais, Deyvisonn teria pedido uma reunião com o gerente regional do aterro sanitário administrado pela Serrana no município. Além disso, ele teria solicitado R$ 15 mil para facilitar a execução do atual contrato e futuros acordos.

Ainda de acordo com a denúncia, após assumir a prefeitura, ficou combinado o repasse de R$ 3 mil em dinheiro vivo, calculado a cada mês de vigência do contrato. Entre janeiro de 2017 e janeiro de 2022, ele teria recebido, de acordo com o MP, vantagens em ao menos 11 oportunidades, o que daria um total mínimo de R$ 198 mil.

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O político renunciou ao mandato no dia 11 de julho. Ele foi o primeiro a se tornar réu nas investigações.
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O ex-prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn Souza, teve mais um pedido de revogação de prisão negado pela Justiça.

Preso desde a primeira fase da Operação Mensageiro, deflagrada no dia 6 de dezembro, o político renunciou ao mandato para o qual foi eleito no dia 11 deste mês.

Réu desde 13 de abril, ele segue recluso no Presídio Santa Augusta, em Criciúma.

A DENÚNCIA

Segundo a denúncia do MPSC, entre agosto e setembro de 2016, antes das eleições municipais, Deyvisonn teria pedido uma reunião com o gerente regional do aterro sanitário administrado pela Serrana no município. Além disso, ele teria solicitado R$ 15 mil para facilitar a execução do atual contrato e futuros acordos.

Ainda de acordo com a denúncia, após assumir a prefeitura, ficou combinado o repasse de R$ 3 mil em dinheiro vivo, calculado a cada mês de vigência do contrato. Entre janeiro de 2017 e janeiro de 2022, ele teria recebido, de acordo com o MP, vantagens em ao menos 11 oportunidades, o que daria um total mínimo de R$ 198 mil.

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