Na última semana, o vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski, teve o pedido de prisão domiciliar – com uso de tornozeleira eletrônica – negado pela Justiça. Para o colegiado, o político é considerado um risco à ordem pública e de absoluta periculosidade social no âmbito da Operação Mensageiro.
A defesa, entretanto, reforça o argumento de que a prisão preventiva de Tokarski não preenche requisitos mínimos, e que é sustentada exclusivamente nos depoimentos de colaboradores premiados, sem corroboração de outras provas.
Para rebater a afirmação, a 5ª Turma do Tribunal de Justiça de Santa Catarina elencou diversos elementos considerados ‘fatídicos’ que culminaram na prisão preventiva de Caio, além das delações.
A lista é composta por nove argumentos. A reportagem cita alguns deles:
– Extração de dados realizada no celular de Darlan Mendes;
– Quebra de dados de diversas conversas telefônicas;
– Documentos sigilosos da Operação Mensageiro apreendidos com Caio quando ele ainda não era investigado;
– Apreensão de minuta para propor uma CPI na Alesc que, supostamente, tinha como objetivo atentar contra a referida Operação.










