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Preso, Caio Tokarski é considerado de alta periculosidade social

A definição consta no despacho que negou a prisão domiciliar do vice-prefeito
infosul

29 de maio de 2023

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Foto: reprodução

Na última semana, o vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski, teve o pedido de prisão domiciliar – com uso de tornozeleira eletrônica – negado pela Justiça. Para o colegiado, o político é considerado um risco à ordem pública e de absoluta periculosidade social no âmbito da Operação Mensageiro.

A defesa, entretanto, reforça o argumento de que a prisão preventiva de Tokarski não preenche requisitos mínimos, e que é sustentada exclusivamente nos depoimentos de colaboradores premiados, sem corroboração de outras provas.

Para rebater a afirmação, a 5ª Turma do Tribunal de Justiça de Santa Catarina elencou diversos elementos considerados ‘fatídicos’ que culminaram na prisão preventiva de Caio, além das delações.

A lista é composta por nove argumentos. A reportagem cita alguns deles:

– Extração de dados realizada no celular de Darlan Mendes;
– Quebra de dados de diversas conversas telefônicas;
– Documentos sigilosos da Operação Mensageiro apreendidos com Caio quando ele ainda não era investigado;
– Apreensão de minuta para propor uma CPI na Alesc que, supostamente, tinha como objetivo atentar contra a referida Operação.

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Na última semana, o vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski, teve o pedido de prisão domiciliar – com uso de tornozeleira eletrônica – negado pela Justiça. Para o colegiado, o político é considerado um risco à ordem pública e de absoluta periculosidade social no âmbito da Operação Mensageiro.

A defesa, entretanto, reforça o argumento de que a prisão preventiva de Tokarski não preenche requisitos mínimos, e que é sustentada exclusivamente nos depoimentos de colaboradores premiados, sem corroboração de outras provas.

Para rebater a afirmação, a 5ª Turma do Tribunal de Justiça de Santa Catarina elencou diversos elementos considerados ‘fatídicos’ que culminaram na prisão preventiva de Caio, além das delações.

A lista é composta por nove argumentos. A reportagem cita alguns deles:

– Extração de dados realizada no celular de Darlan Mendes;
– Quebra de dados de diversas conversas telefônicas;
– Documentos sigilosos da Operação Mensageiro apreendidos com Caio quando ele ainda não era investigado;
– Apreensão de minuta para propor uma CPI na Alesc que, supostamente, tinha como objetivo atentar contra a referida Operação.

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