Um pastor evangélico de Tubarão, preso preventivamente desde novembro de 2022, acusado de abusar sexualmente de nove pessoas – oito mulheres e um homem – teve sua sentença proferida pela 2ª Vara Criminal da comarca da Cidade Azul.
Ele foi condenado a 40 anos e 20 dias de prisão, em regime inicial fechado, e também ao pagamento de indenização no valor de R$ 7 mil para cada uma das vítimas. Uma delas, em especial, receberá R$ 15 mil por ter sido violentada em cinco oportunidades.
Para a Justiça, ele se aproveitava da fé das vítimas e da confiança nele depositada para a prática do crime sexual. Os atos, segundo as vítimas, ocorreram entre 2011 e 2021.
Segundo as investigações, os crimes, inclusive, teriam sido praticados dentro do próprio templo religioso. Outros, nas residências das vítimas e em um salão de beleza.
O ‘religioso’ solicitou o direito de recorrer ao processo em liberdade, mas o juízo negou. Há o entendimento de que se for solto, poderá “retomar à atividade religiosa, propiciando-lhe novamente os meios à prática criminosa”.
O processo segue em segredo de Justiça.
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Coletiva de imprensa concedida pela Polícia Civil à época das investigações:










