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Operação que investiga manipulação de resultados em partidas de futebol cumpre mandados em Tubarão

De acordo com as investigações, o esquema criminoso viabiliza o êxito em apostas esportivas de elevados valores
infosul

18 de abril de 2023

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Foto: reprodução

O Ministério Público de Santa Catarina, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), prestou apoio ao Ministério Público de Goiás nesta terça-feira, dia 18 de abril, no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Chapecó e Tubarão.

As ações estão relacionadas a Operação Penalidade Máxima, deflagrada pelo órgão goiano em fevereiro. Ninguém foi preso nas cidades catarinenses.

Conforme o Ministério Público do Estado de Goiás, a Operação tem como objetivo obter provas de suposta associação criminosa especializada na manipulação de resultados de partidas de futebol profissional.

As investigações apontam que o suposto grupo criminoso atua mediante a cooptação de atletas para a manipulação de resultados nas partidas por meio de ações como, por exemplo,  o cometimento de pênalti no primeiro tempo dos jogos, entre outras iniciativas.

O objetivo do esquema criminoso é viabilizar o êxito em apostas esportivas de elevados valores. Em contrapartida, segundo a apuração, os atletas recebem parte dos ganhos, em caso de êxito.

Estima-se que cada suspeito tenha recebido aproximadamente R$ 150 mil por aposta.

As investigações apontam que o grupo teria atuado, no mínimo, em três partidas ocorridas no final do ano de 2022 na série B do Campeonato Brasileiro de Futebol e estima-se que os valores envolvidos no esquema ultrapassem o montante de R$ 600 mil.

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O Ministério Público de Santa Catarina, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), prestou apoio ao Ministério Público de Goiás nesta terça-feira, dia 18 de abril, no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Chapecó e Tubarão.

As ações estão relacionadas a Operação Penalidade Máxima, deflagrada pelo órgão goiano em fevereiro. Ninguém foi preso nas cidades catarinenses.

Conforme o Ministério Público do Estado de Goiás, a Operação tem como objetivo obter provas de suposta associação criminosa especializada na manipulação de resultados de partidas de futebol profissional.

As investigações apontam que o suposto grupo criminoso atua mediante a cooptação de atletas para a manipulação de resultados nas partidas por meio de ações como, por exemplo,  o cometimento de pênalti no primeiro tempo dos jogos, entre outras iniciativas.

O objetivo do esquema criminoso é viabilizar o êxito em apostas esportivas de elevados valores. Em contrapartida, segundo a apuração, os atletas recebem parte dos ganhos, em caso de êxito.

Estima-se que cada suspeito tenha recebido aproximadamente R$ 150 mil por aposta.

As investigações apontam que o grupo teria atuado, no mínimo, em três partidas ocorridas no final do ano de 2022 na série B do Campeonato Brasileiro de Futebol e estima-se que os valores envolvidos no esquema ultrapassem o montante de R$ 600 mil.

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