Marcele Bressane: 2022

Foto: reprodução

Enfim, o ano começou. Eu sei que já estamos na segunda semana, mas a primeira ainda o povo está se acostumando, se ajeitando com o ano. Sabe quando vamos escrever pela primeira vez na agenda e sempre colocamos 2021, mostrando que ainda não estamos acostumados com o ano em que estamos, é isso a primeira semana do ano. É se acostumar que sim, o ano mudou.

Mas na segunda semana não dá mais para errar, já tivemos os dias para nos organizarmos e prestarmos atenção na nossa agenda. E sabe o que mais espero que você tenha prestado atenção, nas suas metas. Sim, naquelas frases que você colocou no final do ano, dizendo  “o que eu iria fazer em 2022”. Já começou? Por que não?

Ontem atendi um paciente meu que falava o que queria para o ano:  queria mudar de carreira e para isso tinha que fazer milhares de passos para isso. Quando perguntei quando ele iria começar, me disse que quando terminasse as férias do serviço que ele ia sair. Ou seja, ele quer mudar de emprego, e só iniciará isto quando começar o trabalho antigo. Não dá para entender, né? E isso fazemos várias vezes, colocamos diversas desculpas para não fazermos. Até que chega mais um final de ano e estamos tristes que não começamos em janeiro. Esse janeiro, esse mês que você está vivendo agora. Ou seja, AGORA

Eu sei que é cansativo, mas em fevereiro também será, depois do carnaval mais ainda, e em junho nooooossa, já estamos pensando no próximo ano e suas realizações. Não dá, gente. É agora ou nunca, e é verdade este bilhete. 

Inicie, de qualquer jeito (os perfeccionistas que me perdoem). Mas inicie. Não tem ainda o melhor equipamento, ok, vai começando e depois tu vais melhorando. Me lembro quando comecei a gravar vídeos para o YouTube, e queria a melhor câmera, mas ela era absurdamente cara, assim, fui gravando com meu celular mesmo e foi dando resultados e quando comprei minha câmera, continuei o processo. Pois o problema ali não era a câmera e sim o medo de gravar, dos hates e afins. Eu estava colocando a culpa na câmera, mas tadinha ela não teve nenhuma. Igual, meu paciente, a questão dele não são as férias, e sim o medo de não conseguir um novo emprego, a preguiça de levantar e fazer as coisas. Milhões de medos que simplesmente vamos trocando os nomes: férias, câmera, namorado, sol, frio. 

Olhe para suas metas e quais destas não estais conseguindo fazer e se pergunte o porquê. Este é cabível, é realmente aceitável esta razão. Se sim, vamos tentar achar as soluções ou reformular a meta, de repente ela está muito grande ou teremos que deixá-la mais para frente. Mas se não for, meu amor, está na hora de fazermos mesmo com estas razões. Por você, pelos seus sonhos e suas metas. Pessoas que apostam em você. Por você do futuro que está aguardando algo enorme. 

Eu confio, e você?

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