Quarta-feira, 04 de Fevereiro de 2026
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Lei de Mobilidade Urbana define como Tubarão deve planejar trânsito, transporte e circulação

Nova legislação estabelece regras para pedestres, ciclistas, ônibus, carros e organização das ruas da cidade.
infosul

4 de fevereiro de 2026

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Foto: divulgação

O município de Tubarão instituiu um novo conjunto de regras que passa a orientar como a cidade deve planejar seus deslocamentos, desde quem anda a pé até quem utiliza ônibus, moto ou carro.

Na prática, a lei funciona como um guia para o futuro do trânsito, determinando prioridades, investimentos e a forma como o espaço público deve ser organizado para garantir mais segurança, acessibilidade e fluidez.

A nova legislação prioriza o pedestre, o ciclista e o transporte público. Para isso, o texto prevê a ampliação da rede de calçadas acessíveis, a criação e interligação de ciclovias e ciclofaixas, o incentivo do uso de bicicletas compartilhadas e a implantação de melhorias no transporte coletivo, como novas linhas, integração entre terminais e uso de tecnologias para informar horários e localização dos ônibus em tempo real.

O texto também define mudanças importantes no trânsito, como a redução da velocidade máxima em vias urbanas, a requalificação de cruzamentos considerados perigosos, ampliação da sinalização e criação de corredores com prioridade para ônibus.

Políticas para reorganizar o estacionamento rotativo, restringir caminhões em áreas centrais e ordenar a logística urbana, especialmente nas regiões de maior movimento, também estão no planejamento.

Em relação aos prazos, o plano estabelece metas de curto, médio e longo prazo. As ações iniciais devem ocorrer entre 2027 e 2028, como projetos de calçadas, ciclovias e reorganização do transporte coletivo. As metas de médio prazo estão previstas entre 2029 e 2032, com expansão da infraestrutura e integração modal. Já as ações de longo prazo vão até 2036, envolvendo grandes intervenções viárias, novos corredores de transporte e consolidação da rede cicloviária.

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Na prática, a lei funciona como um guia para o futuro do trânsito, determinando prioridades, investimentos e a forma como o espaço público deve ser organizado para garantir mais segurança, acessibilidade e fluidez.

A nova legislação prioriza o pedestre, o ciclista e o transporte público. Para isso, o texto prevê a ampliação da rede de calçadas acessíveis, a criação e interligação de ciclovias e ciclofaixas, o incentivo do uso de bicicletas compartilhadas e a implantação de melhorias no transporte coletivo, como novas linhas, integração entre terminais e uso de tecnologias para informar horários e localização dos ônibus em tempo real.

O texto também define mudanças importantes no trânsito, como a redução da velocidade máxima em vias urbanas, a requalificação de cruzamentos considerados perigosos, ampliação da sinalização e criação de corredores com prioridade para ônibus.

Políticas para reorganizar o estacionamento rotativo, restringir caminhões em áreas centrais e ordenar a logística urbana, especialmente nas regiões de maior movimento, também estão no planejamento.

Em relação aos prazos, o plano estabelece metas de curto, médio e longo prazo. As ações iniciais devem ocorrer entre 2027 e 2028, como projetos de calçadas, ciclovias e reorganização do transporte coletivo. As metas de médio prazo estão previstas entre 2029 e 2032, com expansão da infraestrutura e integração modal. Já as ações de longo prazo vão até 2036, envolvendo grandes intervenções viárias, novos corredores de transporte e consolidação da rede cicloviária.

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