O então companheiro e principal suspeito de matar e ocultar o cadáver de Jaqueline da Rosa de Oliveira, de 38 anos, será levado a júri popular em Tubarão.
Conforme investigações da Polícia Civil, a vítima morava na Cidade Azul e teria desaparecido em setembro de 2022, mas a ocorrência só foi registrada cinco meses depois. Os restos mortais, entretanto, só foram encontrados no início de julho, no quintal de uma casa localizada no bairro São Martinho.
Em depoimento, o homem, de 37 anos, negou ter atentado contra a vida da mulher. Ele disse que os dois usavam drogas quando ela teve um mal súbito. Por essa razão, assustado, acabou decidindo enterrar o corpo da esposa.
A versão foi contestada pelos agentes. Pois, segundo o delegado responsável pelo caso, André Crisostomo, a ossada localizada tinha indícios de esquartejamento e carbonização. O caso, inclusive, foi tratado como feminicídio.
A denúncia contra o réu foi oferecida pelo Ministério Público de Santa Catarina, por meio da 9ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tubarão. O crime indicado foi homicídio, com as qualificadoras de motivo torpe, feminicídio e ocultação de cadáver.










