Uma equipe da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina, a Fapesc, esteve na enseada de Ribanceira, em Imbituba, neste final de semana para avaliar os efeitos do Turismo Embarcado de Observação de Baleias. Desde 2019 esse tipo de atividade é proibido.
Desenvolvido nos municípios de Imbituba, Laguna e Garopaba, a avaliação consistiu no monitoramento da espécie a partir de pontos fixos em terra. Desta forma, os pesquisadores puderam acompanhar o comportamento das baleias na presença e ausências de embarcações.
Os resultados do projeto devem auxiliar na gestão da atividade na unidade de conservação. Com isso, a expectativa é que os turistas possam avistar esses grandes mamíferos a partir de embarcações em um futuro próximo, como ocorria anos atrás.
A pesquisa foi coordenada pela Cooperativa para Conservação da Natureza, em parceria com a APA da Baleia Franca, a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o Instituto Aqualie e o Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos do Rio Grande do Sul.
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