O Ministério Público de Santa Catarina apresentou nesta semana, as alegações finais no processo que envolve o ex-prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn da Silva de Souza, na Operação Mensageiro.
Assinado por 11 promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), o documento pede a condenação do político por organização criminosa e corrupção ativa e passiva.
Quando somadas as sanções, as penas chegam a quase 30 anos de prisão em regime inicial fechado.
Além da prisão, o Ministério Público pede, ainda, o pagamento de R$ 213 mil aos cofres do município. Conforme a denúncia, esse era o valor que Deyvisonn receberia de propina da Serrana Engenharia para facilitar a atuação da empresa em Pescaria Brava no setor de resíduos sólidos.
Nas alegações finais, os procuradores ainda pedem que o ex-prefeito fique impedido de exercer qualquer função ou cargo público pelo prazo de oito anos.
Agora, caberá ao juíz criminal da Comarca de Laguna tomar a decisão.










