Segunda-feira, 23 de Março de 2026
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Ex-prefeito de Pescaria Brava pode ser condenado a quase 30 anos de prisão

As alegações finais do processo que envolve Deyvisonn da Silva de Souza na Operação Mensageiro foram apresentadas pelo Ministério Público nesta semana.
infosul

16 de maio de 2024

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O Ministério Público de Santa Catarina apresentou nesta semana, as alegações finais no processo que envolve o ex-prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn da Silva de Souza, na Operação Mensageiro.

Assinado por 11 promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), o documento pede a condenação do político por organização criminosa e corrupção ativa e passiva.

Quando somadas as sanções, as penas chegam a quase 30 anos de prisão em regime inicial fechado.

Além da prisão, o Ministério Público pede, ainda, o pagamento de R$ 213 mil aos cofres do município. Conforme a denúncia, esse era o valor que Deyvisonn receberia de propina da Serrana Engenharia para facilitar a atuação da empresa em Pescaria Brava no setor de resíduos sólidos.

Nas alegações finais, os procuradores ainda pedem que o ex-prefeito fique impedido de exercer qualquer função ou cargo público pelo prazo de oito anos.

Agora, caberá ao juíz criminal da Comarca de Laguna tomar a decisão.

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Ex-prefeito de Pescaria Brava pode ser condenado a quase 30 anos de prisão

As alegações finais do processo que envolve Deyvisonn da Silva de Souza na Operação Mensageiro foram apresentadas pelo Ministério Público nesta semana.
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O Ministério Público de Santa Catarina apresentou nesta semana, as alegações finais no processo que envolve o ex-prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn da Silva de Souza, na Operação Mensageiro.

Assinado por 11 promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), o documento pede a condenação do político por organização criminosa e corrupção ativa e passiva.

Quando somadas as sanções, as penas chegam a quase 30 anos de prisão em regime inicial fechado.

Além da prisão, o Ministério Público pede, ainda, o pagamento de R$ 213 mil aos cofres do município. Conforme a denúncia, esse era o valor que Deyvisonn receberia de propina da Serrana Engenharia para facilitar a atuação da empresa em Pescaria Brava no setor de resíduos sólidos.

Nas alegações finais, os procuradores ainda pedem que o ex-prefeito fique impedido de exercer qualquer função ou cargo público pelo prazo de oito anos.

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