A empresária tubaronense Camila Mendonça Marques, de 35 anos, virou ré pelos atos de vandalismo registrados em 8 de janeiro, em Brasília. Além dela, outras 249 pessoas tiveram denúncias da Procuradoria Geral da República (PGR) aceitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Os inquéritos foram instaurados para apurar a responsabilidade dos autores intelectuais e das pessoas que instigaram os ataques, além dos executores materiais dos crimes. Esse último, o qual Camila é acusada e deverá se defender nas próximas semanas.
Para a maioria do colegiado, há indícios razoáveis de autoria e da materialidade dos crimes. Conforme o relator Alexandre de Moraes, as peças apresentadas pela PGR detalham adequadamente os fatos criminosos.
PRISÃO EM FLAGRANTE
Camila Mendonça Marques foi presa em flagrante pela Polícia Federal, em Brasília, no dia 8 de janeiro, dentro do Palácio do Planalto, enquanto vândalos destruíam o local.
No dia 20 do mesmo mês, ela teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. À época, o ministro Alexandre de Moraes justificou a decisão como sendo “para garantia da ordem pública e para garantir a efetividade das investigações”.
A empresária conquistou a liberdade provisória em 8 de março. Desde então, ela está em Tubarão, onde usa tornozeleira eletrônica e precisa cumprir exigências impostas pela Justiça. Entre elas, se apresentar semanalmente no Fórum da cidade. A investigada também está impedida de usar redes sociais e de sair de casa após às 22 horas.










