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Prefeito de Pescaria Brava é citado em delação sobre esquema de propina de R$ 1,4 milhão

Empresário afirma que cobranças começaram quando ele era secretário de Garopaba e envolviam liberação de pagamentos da coleta de lixo.
infosul

24 de janeiro de 2026

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O prefeito de Pescaria Brava, Luiz Henrique Castro de Souza (PP), foi citado em colaboração prestada à Polícia Civil de Santa Catarina em investigação que apura um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Garopaba. Segundo o empresário Joaquim da Silva Pacheco, dono da empresa Resamb, os pagamentos ilícitos teriam totalizado R$ 1,43 milhão entre 2021 e 2025.

De acordo com o depoimento, o esquema teria começado em 2021, quando Luiz Henrique ainda era secretário de Administração de Garopaba e também já havia atuado como chefe de gabinete do deputado estadual Pepê Colaço. Conforme a colaboração, ele teria exigido pagamentos mensais para liberar valores devidos à empresa e garantir a continuidade do contrato.

O empresário afirmou que os repasses começaram em R$ 25 mil por mês, passaram para R$ 30 mil e se estenderam até março de 2023, quando houve interrupção dos pagamentos em razão de um novo contrato e reorganização administrativa na prefeitura. As cobranças teriam sido retomadas em julho de 2023, já sob outro secretário, com valores de R$ 20 mil mensais até dezembro de 2025.

A Polícia Civil sustenta que a delação é amparada por registros bancários, análises financeiras, cruzamento de dados e documentos. O inquérito aponta indícios de fraudes em licitações e pagamento sistemático de propinas envolvendo também o prefeito de Garopaba, Junior de Abreu Bento, além de outros servidores.

Luiz Henrique não é investigado formalmente, mas foi citado na colaboração. Em manifestação pública, afirmou que Pescaria Brava colaborou com a Polícia Civil e que a apuração se refere exclusivamente a fatos ocorridos em Garopaba, no âmbito da Operação Coleta Seletiva.

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O prefeito de Pescaria Brava, Luiz Henrique Castro de Souza (PP), foi citado em colaboração prestada à Polícia Civil de Santa Catarina em investigação que apura um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Garopaba. Segundo o empresário Joaquim da Silva Pacheco, dono da empresa Resamb, os pagamentos ilícitos teriam totalizado R$ 1,43 milhão entre 2021 e 2025.

De acordo com o depoimento, o esquema teria começado em 2021, quando Luiz Henrique ainda era secretário de Administração de Garopaba e também já havia atuado como chefe de gabinete do deputado estadual Pepê Colaço. Conforme a colaboração, ele teria exigido pagamentos mensais para liberar valores devidos à empresa e garantir a continuidade do contrato.

O empresário afirmou que os repasses começaram em R$ 25 mil por mês, passaram para R$ 30 mil e se estenderam até março de 2023, quando houve interrupção dos pagamentos em razão de um novo contrato e reorganização administrativa na prefeitura. As cobranças teriam sido retomadas em julho de 2023, já sob outro secretário, com valores de R$ 20 mil mensais até dezembro de 2025.

A Polícia Civil sustenta que a delação é amparada por registros bancários, análises financeiras, cruzamento de dados e documentos. O inquérito aponta indícios de fraudes em licitações e pagamento sistemático de propinas envolvendo também o prefeito de Garopaba, Junior de Abreu Bento, além de outros servidores.

Luiz Henrique não é investigado formalmente, mas foi citado na colaboração. Em manifestação pública, afirmou que Pescaria Brava colaborou com a Polícia Civil e que a apuração se refere exclusivamente a fatos ocorridos em Garopaba, no âmbito da Operação Coleta Seletiva.

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