Quinta-feira, 26 de Março de 2026
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Após descumprir medidas cautelares, empresária de Tubarão teve que prestar esclarecimentos ao STF

Camila Mendonça Marques é ré em ação judicial pela participação nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
infosul

14 de fevereiro de 2024

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A empresária tubaronense, Camila Mendonça Marques, ré em ação pela participação nos ataques de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, precisou explicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as razões para o descumprimento de medidas cautelares impostas quando foi solta, no dia 8 de março.

Não foram divulgadas quais ordens foram descumpridas por Camila, mas, entre as cautelares impostas estão a proibição do uso de redes sociais e a utilização de tornozeleira eletrônica.

Camila Mendonça Marques aguarda julgamento por associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado e deteorização de patrimônio tombado.

Na ação judicial, a tubaronense é apontada como alguém que “insuflou a massa a avançar contra as sedes do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, destruiu e concorreu para a destruição, inutilização e deterioração de patrimônio da União, fazendo-o com violência à pessoa e grave ameaça, emprego de substância inflamável e gerando prejuízo considerável”.

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Após descumprir medidas cautelares, empresária de Tubarão teve que prestar esclarecimentos ao STF

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A empresária tubaronense, Camila Mendonça Marques, ré em ação pela participação nos ataques de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, precisou explicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as razões para o descumprimento de medidas cautelares impostas quando foi solta, no dia 8 de março.

Não foram divulgadas quais ordens foram descumpridas por Camila, mas, entre as cautelares impostas estão a proibição do uso de redes sociais e a utilização de tornozeleira eletrônica.

Camila Mendonça Marques aguarda julgamento por associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado e deteorização de patrimônio tombado.

Na ação judicial, a tubaronense é apontada como alguém que “insuflou a massa a avançar contra as sedes do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, destruiu e concorreu para a destruição, inutilização e deterioração de patrimônio da União, fazendo-o com violência à pessoa e grave ameaça, emprego de substância inflamável e gerando prejuízo considerável”.

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