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Prefeito de Pescaria Brava decide renunciar ao cargo

Deyvisonn Souza (MDB) é o terceiro gestor da região que decide renunciar ao cargo após ser preso no âmbito da Operação Mensageiro. Os primeiros foram Joares Ponticelli e Caio Tokarski, prefeito e vice-prefeito de Tubarão, respectivamente.
infosul

11 de julho de 2023

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O prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn Souza (MDB), preso desde dezembro no âmbito da Operação Mensageiro, decidiu renunciar ao cargo.

A carta com o pedido foi entregue à presidente da Câmara de Vereadores do município, Rosilene Faísca (MDB). Ela poderá convocar, nas próximas horas, sessão extraordinária para apresentar o documento aos demais parlamentares e também dar seguimento aos trâmites cabíveis.

Com a renúncia de Deyvisonn, quem assume o Poder Executivo do município é o vice-prefeito Lourival Izidoro (PP), que já está na função interinamente há 217 dias.

Suspeito de integrar esquema criminoso no setor de coleta e destinação de lixo, Deyvisonn é acusado de favorecer a Empresa Serrana Engenharia – hoje, Versa – em troca de propina.

Conforme os autos, em 2016, o político teria recebido R$ 15 mil antes de ser empossado como prefeito. Em contrapartida, beneficiária a empresa em sua gestão. Com o acordo firmado, passou a receber R$ 3 mil por mês de propina.

Não houve flagrante. Porém, o nome de Deyvisonn estava presente na planilha de pagamentos da empresa investigada. Além disso, na data em que foi preso, os agentes encontraram R$ 10 mil em dinheiro na casa do político.

A defesa de Souza alega que faltam provas contra seu cliente e afirma que ele é inocente.

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Prefeito de Pescaria Brava decide renunciar ao cargo

Deyvisonn Souza (MDB) é o terceiro gestor da região que decide renunciar ao cargo após ser preso no âmbito da Operação Mensageiro. Os primeiros foram Joares Ponticelli e Caio Tokarski, prefeito e vice-prefeito de Tubarão, respectivamente.
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O prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn Souza (MDB), preso desde dezembro no âmbito da Operação Mensageiro, decidiu renunciar ao cargo.

A carta com o pedido foi entregue à presidente da Câmara de Vereadores do município, Rosilene Faísca (MDB). Ela poderá convocar, nas próximas horas, sessão extraordinária para apresentar o documento aos demais parlamentares e também dar seguimento aos trâmites cabíveis.

Com a renúncia de Deyvisonn, quem assume o Poder Executivo do município é o vice-prefeito Lourival Izidoro (PP), que já está na função interinamente há 217 dias.

Suspeito de integrar esquema criminoso no setor de coleta e destinação de lixo, Deyvisonn é acusado de favorecer a Empresa Serrana Engenharia – hoje, Versa – em troca de propina.

Conforme os autos, em 2016, o político teria recebido R$ 15 mil antes de ser empossado como prefeito. Em contrapartida, beneficiária a empresa em sua gestão. Com o acordo firmado, passou a receber R$ 3 mil por mês de propina.

Não houve flagrante. Porém, o nome de Deyvisonn estava presente na planilha de pagamentos da empresa investigada. Além disso, na data em que foi preso, os agentes encontraram R$ 10 mil em dinheiro na casa do político.

A defesa de Souza alega que faltam provas contra seu cliente e afirma que ele é inocente.

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