A defesa da tubaronense Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, de 67 anos, que foi presa pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Lesa Pátria, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a prisão da idosa seja revertida para domiciliar, alegando problemas de saúde.
Fátima está reclusa na Penitenciária Sul de Criciúma desde o dia 27 de janeiro. Ela foi uma das integrantes da caravana que saiu de Tubarão rumo à Brasília para manifestar insatisfação com o governo eleito. A idosa, inclusive, foi gravada vandalizando o prédio do STF, no dia 8 de janeiro.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer contrário ao afrouxamento do regime de prisão. O pedido ainda será analisado pelo Ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso.
Ao jornal Estadão, o advogado da extremista, Henrique Falchetti, afirmou que as manifestações da PGR têm sido genéricas. A defesa também pediu a revogação da prisão preventiva com ou sem medidas cautelares. No caso de negativas, o profissional requereu que sua cliente fosse, no mínimo, transferida para uma unidade prisional capaz de prestar os cuidados necessários que sua doença exige.
A doença alegada não foi divulgada.










