Quarta-feira, 22 de Abril de 2026
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PSOL e REDE pedem suspensão de apoio do governo de Santa Catarina aos presos em Brasília

As representações defendem que o ato atende interesses particulares e que viola diretrizes básicas da Administração Pública
infosul

12 de janeiro de 2023

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Foto: divulgação | PSOL/REDE

Após o governador Jorginho Mello (PL) determinar que a Secretaria de Articulação Nacional do Estado acompanhe, minuciosamente, a situação dos catarinenses presos, em Brasília, após participarem de atos terroristas na Praça dos Três Poderes, o Diretório Estadual da Federação Partidária PSOL-REDE protocolou representação contra o chefe do Executivo e a secretária da pasta Vânia Franco.

Para o Diretório, as atribuições da secretaria não abrangem o uso da estrutura para o “acompanhamento” e “monitoramento” de indivíduos suspeitos de praticarem crimes, tampouco dispor do corpo jurídico para a garantia do processo legal.

O documento foi protocolado na Corregedoria do Estado, em Florianópolis, na última quarta-feira, dia 11.

Ainda segundo a representação, o governo não deve atender interesses particulares, o que viola os princípios básicos da administração pública, sobretudo, pelo fato de os detidos serem suspeitos de incitar golpe de Estado, o que desrespeita a democracia e as instituições brasileiras.

Diante das fundamentações, os partidos pedem à Corregedoria que determine – imediatamente – a suspensão das atividades da Secretaria Executiva de Articulação Nacional de apoio aos presos catarinenses.

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Após o governador Jorginho Mello (PL) determinar que a Secretaria de Articulação Nacional do Estado acompanhe, minuciosamente, a situação dos catarinenses presos, em Brasília, após participarem de atos terroristas na Praça dos Três Poderes, o Diretório Estadual da Federação Partidária PSOL-REDE protocolou representação contra o chefe do Executivo e a secretária da pasta Vânia Franco.

Para o Diretório, as atribuições da secretaria não abrangem o uso da estrutura para o “acompanhamento” e “monitoramento” de indivíduos suspeitos de praticarem crimes, tampouco dispor do corpo jurídico para a garantia do processo legal.

O documento foi protocolado na Corregedoria do Estado, em Florianópolis, na última quarta-feira, dia 11.

Ainda segundo a representação, o governo não deve atender interesses particulares, o que viola os princípios básicos da administração pública, sobretudo, pelo fato de os detidos serem suspeitos de incitar golpe de Estado, o que desrespeita a democracia e as instituições brasileiras.

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