Horóscopo | Astrologia: Pandora e sua caixa 

Horóscopo da Semana

ÁRIES
Cuide-se para que você mesmo não termine por comprometer as próprias conquistas. Atitudes e impactos nas outras pessoas devem ser melhor considerados. Seu momento financeiro é favorável, desde que contenha o lado emocional que pode precipitar ações mal calculadas. É melhor uma verdade dolorida do que uma mentira construída.

TOURO
A percepção de que boa parte de nossos problemas é a gente mesmo que cria, poderá lhe ajudar a simplificar as coisas. Uma maior agilidade na tomada de decisões poderá lhe colocar em sintonia com oportunidades e novos grupos de relação, isto podendo lhe favorecer profissionalmente. Seguindo firme na “descomplicação”, poderá colher frutos nos assuntos do coração.

GÊMEOS
Não tente resolver tudo sozinho. Isso pode indicar falta de reconhecimento dos próprios limites. Mente e emoções precisam de maior equilíbrio e controle, pois do contrário, boas oportunidades podem ser desperdiçadas. Ainda assim, o período é favorável para seu afetivo.

CÂNCER
Daqui até o seu aniversário enfrentará testes para saber sustentar e manter seu lugar de fala, autoafirmação. Apesar disso deve evitar posturas introspectivas demais, as pessoas precisam de você e você também precisa delas. Com um melhor equilíbrio disso, atravessará as situações críticas com maior tranquilidade.

LEÃO
Para enfrentar o momento que se aproxima, precisará tanto de seu intelecto quanto de sensibilidade. Deve manter-se no eixo ao lidar com situação limite ou com pessoas em situação limite, ou que pelo menos você não perca os seus. As pessoas precisam e ficam com quem tem maior equilíbrio.

VIRGEM
Led Zeppelin só teve um, e como tal, o virginiano, ora é mental demais, ora é leve e inspirado demais. Chegará o momento de ir ao encontro dos resultados dessa sua alquimia interna. O resultado mais provável é a mudança, que poderá ir desde sua aparência e visual, até filosofia ou religião. Do ovo, a lagarta, da lagarta à borboleta.

LIBRA
Se você foi eficiente no corte de supérfluos em sua vida, vem aí um período de conquistas. Esteja atento e mantenha-se fiel a seus planos, defenda suas posições. Evite ser teórico demais. Deve mostrar mais determinação em tudo que estiver fazendo. Além de assegurar resultados, lhe dará mais satisfação pessoal.

ESCORPIÃO
Até mesmo as coisas mais sólidas estão passando por graves mudanças. Esse momento era inevitável, mas tudo depende do que você escolher agora. Saiba esperar o momento certo para agir, somatizando esforços com o que lhe traga paz de espírito também. Você tem a mente aguda e faro fino para novos negócios, saiba aproveitar.

SAGITÁRIO
Seus pontos de vista e projetos começam a entrar em execução e resultados bons podem advir. Não tema ser inspirado, o que importa agora é ser rápido e adaptável, para acompanhar a gama de mudanças que acontecem a partir de agora. Realizações de média importância e novas conquistas. Favorável também para estudos e novos projetos.

CAPRICÓRNIO
Isolar-se pode não ser a melhor saída. Ainda que lhe custem os anéis, saturnino, deve abrir o sótão da cabeça para novos ares e ampliar e incrementar seus conhecimentos através de novas relações e experiências. Até mesmo no amor é hora de inovar, se não souber arriscar, não vai beijar...

AQUÁRIO
Mesmo no caos você tem sorte. O período favorece a acertos e entendimentos sobre negócios e área financeira. Hora de pensar em solidificar algum sonho antigo, como habitação, bens ou negócio. Contudo é preciso ser seletivo no que tange a proximidade que se dá e a que se deve manter, pois quando indevida, sempre prejudica.

PEIXES
Não é culpa do projeto se você se engana na hora de escolher os parceiros. Quando as coisas são sérias, precisa-se de gente que esteja à altura. Tem muita gente bacana que lida mal com o dinheiro e tem muita gente “pão duro'', mas que sabe administrar muito bem. Caprichos do destino que nossa natureza tem, mas você definitivamente precisa aprender a escolher.

O CAMINHO DOS ASTROS 122 

Pandora e sua caixa
“Essa caixa continha todas as desgraças do mundo: a guerra, a discórdia, o ódio, a inveja, as doenças do corpo e da alma, como também a esperança.”

Tenho medo de olhar para cima, para fora da janela, de dizer o que penso e de errar, de fazer sexo, de pecar, de amar e há também, um medo muito maior, o de olhar para dentro, onde começa a fuga desesperada pelo que possa me levar o mais longe possível da dor que ainda sinto. Abatido em pleno voo, em queda livre, sem perceber a armadilha que me encontro, que quanto maior o medo, maior é o domínio do instinto.

Isso tudo é apenas o passado se repetindo. Só há futuro, quando eu intuo, porque todo instinto está ligado ao passado e toda intuição, ao futuro. Então, a escolha é simples, entre o meu trauma e o romper com o limite estabelecido.

O DDI do Brasil, por ex, é 55, um número de muita mudança, porém uma pequena distorção na informação, altera nossa percepção da realidade e o tempo muda, depois muda de novo, para voltar ao que era antes, numa versão piorada, mas que agora não dá mais.

Claro, que ainda somos um país inteirinho acossado pelo medo, o nome disso todo mundo sabe qual é, mas…

A lógica de tamanha fúria contra todo e qualquer direito, a verdadeira personificação do mal, que sai de mim em direção ao outro. Isto tem causa, nome e até sobrenome, mas também tem que ter um fim. A “necropsicose” meticulosamente sendo executada, não se sabe se é morte de fato, ou é apenas virtual. Como sociedade, estamos diante desse desafio brutal, de projetar no outro todo mal que sai de mim, e/ou o bem comum como única forma segura de sobrevivência.

A mesma terra que nos deu um C. Xavier, também nos deu sua antítese, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Faltou-nos o filtro para aprender com os erros do próprio passado. E assim, repetidamente, acabamos jogados à mercê dos mesmos algozes de sempre, sem compreender o real significado de corpos sendo esquartejados e queimados.

Joaquim José da Silva Xavier, “Tiradentes”, foi enforcado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi esquartejado, seus restos foram salgados e sua cabeça erguida em um poste em Vila Rica, MG. No passado ou no agora, em Minas ou na Amazônia, salgar os restos, na liturgia, é o mesmo que incinerar, serve para banir a alma para sempre de qualquer lugar, é negar a existência de alguém, que só por estar ali, afronta. Seja uma etnia, uma alma ou um povo.

Ficamos presos num buraco negro onde a luz não entra e o tempo não passa, marcando com corpos queimados o limite da cerca…

De tempos em tempos também surgem, Joaquins Silvérios, com suas “delações premiadas”, sem que nos demos conta de que tudo isso é premeditado. A cada dia que se passa sob o bordão do ódio, colocam-se em lados opostos os que partilham da mesma mesa de refeição. Isto sim se chamaria de uma autêntica obra do mal. Tudo milimetricamente executado, o crime e o mandante, o passe ensaiado.

“Me belisca com força e talvez eu acorde...”

No céu da semana, além da entrada do Sol em Câncer, Plutão, o transformador, flerta com Vênus, o planeta do amor, e surgem sérios questionamentos sobre a nossa sexualidade que carece de maior respeito aos corpos dos outros.

Lua e Netuno aprofundam nosso interesse pela expansão da consciência e da espiritualidade. O fato de estarem em mau aspecto com o Sol, indicam que podemos viver situações limites envolvendo assuntos religiosos e de crenças moralistas arraigadas. Outro aspecto a ser levado em conta é o sextil que permanece por mais de uma semana entre Mercúrio e Júpiter. Nossa capacidade de informação e conhecimento tende a ser ampliada, há também o risco de que novos e estarrecedores escândalos atinjam fortemente a figuras públicas, inclusive do lado do judiciário. Porém, no fundo, o futuro é praticamente imprevisível para quem não tem informação suficiente, por mais que os astros favoreçam.

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